
Hoje, 15 de agosto, poderia ser um dia qualquer, como esse post poderia ser um post qualquer, como se eu pudesse ser um moço qualquer, morando numa casa qualquer, num estado 'quase' qualquer como o Rio de Janeiro, mas amparado pelos braços abertos do Cristo Redentor. Aqui, um símbolo fez a diferença no final do parágrafo. Na minha vida, uma pessoa amplia o sentido que ela(vida) possui.
É o tipo de gente que se desdobra, ancora, acena, recebe, partilha, ouve, acende a fogueira, protege e também abraça por onde passa com o coração.
Há pessoas que passam fazendo barulho. Há outras que permanecem na sutileza da delicadeza.
E o mais bonito mora entre o que pode ser ou o que se espera significar. Gente fina que cabe nas frestas entre o belo e forma. Entre o espaço conceitual do existir com a finitude de exercer.
No balaio das palavras a encontro, e a partir dela, vou ampliando em mim o que não pode ser encontrado em qualquer um - A Moça Letreira é o tipo de companhia que acende a melhor lamparina, esmiuça a poesia sobre a mesa, e ali, nos convida diariamente para o banquete da Vida.
Hoje, poderia ser um dia qualquer, como eu poderia ser um qualquer, se ela - Moça Sônia - tivesse entrado na minha vida sem ter me feito 'melhor' e com efeito, tão feliz.
Neste dia, Moça Sol, sou Moço Lua a reluzir em ti, o que sem medidas tem oferecido a mim: luzes.
Feliz Aniversário!
2 comentários:
moço querido, sinto-me emocionada com este post e feliz por ser tua amiga. obrigada!
Linda. Parabéns para ela.
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