domingo, 15 de agosto de 2010

Moça Sol.


Hoje, 15 de agosto, poderia ser um dia qualquer, como esse post poderia ser um post qualquer, como se eu pudesse ser um moço qualquer, morando numa casa qualquer, num estado 'quase' qualquer como o Rio de Janeiro, mas amparado pelos braços abertos do Cristo Redentor. Aqui, um símbolo fez a diferença no final do parágrafo. Na minha vida, uma pessoa amplia o sentido que ela(vida) possui.

É o tipo de gente que se desdobra, ancora, acena, recebe, partilha, ouve, acende a fogueira, protege e também abraça por onde passa com o coração.

Há pessoas que passam fazendo barulho. Há outras que permanecem na sutileza da delicadeza.
E o mais bonito mora entre o que pode ser ou o que se espera significar. Gente fina que cabe nas frestas entre o belo e forma. Entre o espaço conceitual do existir com a finitude de exercer.

No balaio das palavras a encontro, e a partir dela, vou ampliando em mim o que não pode ser encontrado em qualquer um - A Moça Letreira é o tipo de companhia que acende a melhor lamparina, esmiuça a poesia sobre a mesa, e ali, nos convida diariamente para o banquete da Vida.

Hoje, poderia ser um dia qualquer, como eu poderia ser um qualquer, se ela - Moça Sônia - tivesse entrado na minha vida sem ter me feito 'melhor' e com efeito, tão feliz.

Neste dia, Moça Sol, sou Moço Lua a reluzir em ti, o que sem medidas tem oferecido a mim: luzes.

Feliz Aniversário!

2 comentários:

: A Letreira disse...

moço querido, sinto-me emocionada com este post e feliz por ser tua amiga. obrigada!

PULCRO disse...

Linda. Parabéns para ela.